quarta-feira, janeiro 18, 2012
Seu lixo.
segunda-feira, julho 11, 2011
domingo, dezembro 05, 2010
Síndrome de Fim de Ano
Tudo que é obrigatório não costuma funcionar direito. Esse é um dos principais motivos para que o fim de ano não seja nada bom. Só porque tem tudo para que seja legal, não quer dizer que será. E nos últimos anos em especial não tem sido.
Fim do ano é o momento em que fugimos das obrigações tediosas do dia a dia, em especial estudo e trabalho, para ficarmos de ponta-cabeça coçando o saco, em algum lugar que gostamos com pessoas que gostamos.
Como ainda sou um baixa-renda (ainda não me conformei com isso), não posso ir para onde eu quero e as pessoas de que gosto tem suas obrigações familiares. Não tenho pra onde correr.
É que quando o núcleo familiar naturalmente se dispersa, ou caga-se por completo, os filhos sentem-se na obrigação (olha ela aí de novo) de constituir seu próprio núcleo familiar. Não que eu acho isso o mais indicado, mas é o que impera. Ou vou me escalar pra passar alguma data com alguma mina ocasional? Seria melhor e mais divertido talvez, pensando bem. Enfim, foda-se.
Na verdade o problema somos eus mesmos. Poderia estar com bastante dinheiro que não mudaria muita coisa. E estar com uma pessoa especial deixa de ser especial quando se está com ela, porque percebe-se que ela é apenas uma pessoa repleta de desencantos como todos nós. Está difícil de acreditar na grana e no amor, ha-ha-ha.
Espero que reinicie logo o ano, para poder começar a correr novamente atrás da cenoura como faz o cavalo e desenxergar tudo ou, ainda, tentar mudar. E hoje espero que tenha sido só mais um domingo amargurado.
terça-feira, outubro 19, 2010
A Solução (para todos os problemas)
E quando o download terminar todos os seus problemas estarão resolvidos. Não.
E não vai ser o seu café, nem seu álcool, nem suas drogas caras, suas drogas baratas, seus chicletes, seus cigarros, suas festas sem fim, seus tweets, suas masturbações, suas frases altamente indicativas de conteúdo, nem seus textos, seu cartão de crédito (quem dirá o de débito), suas amizades, nem suas roupas, nem sua mobília, nem sua família, seu cachorro, seu porco-espinho, sua retórica eloquente, sua retórica de elevador, sua simpatia, seu perfume, seu corte de cabelo, seus óculos de grife, seus óculos falsificados, seu carro importado, seu carro mil financiado, sua bicicleta, seu Ipod/Pad/Phone/Mac, seu PC Casas Bahia, seus músculos, seu pênis, sua vagina, sua voz, seus ossos, seus dentes clareados, seus hálito, sua página no Facebook, seus prêmios, suas viagens, seus bilhetes de loteria, sua herança, sua casa, seus filhos que vão resolver.
Vai ser você.
Como? Conte pelo amor de Deus! Algum filho da puta? Alguém?
domingo, outubro 03, 2010
Rockstar
Aquela velha história: ele finalmente conseguiu fazer sucesso, tinha todo o reconhecimento, era um rockstar. A todo momento várias pessoas queriam o conhecer, numa torrente de novidades sem fim. Cada nova amizade efêmera, cada nova garota, era um troféu para ambos, porém não era possivel levar pra casa nenhum deles. Afinal, o que é um troféu? A representação de um momento de glória. Ninguém vê tv, briga, consola ou mesmo fica com vergonha se soltar um pum sem querer na frente de um troféu. Seus amigos de verdade, anteriores não eram tão bonitos, tão cool, tão ricos nem tão loucos. Mas eram seus e agora estavam longe.
Falou com seu produtor que queria fazer algumas exigências, afinal era uma estrela. Queria que as pessoas realmente se interessassem pelo que ele realmente era e resolveu mudar o formato do show. Queria fazer um intervalo e apresentar algum momento da sua vida cotidiana.
Primeiro pediu para montar uma pia porque queria lavar a louça e ver se alguém se sentia em casa com isso. Depois gostaria de assitir a um filme engraçado durante o show e por último ter uma briga com algum amigo de verdade. O produtor ameaçou, disse que isso iria arruinar sua recém bem sucedida carreira. O rocker rebateu dizendo que iria cancelar todos os shows e que se fodesse tudo. Resolveram fazer o show conforme o planejado.
A idéia que parecia absurda a principio acabou fazendo tanto sucesso, ficou tão conhecida que os shows começaram a lotar, todos queriam ver aquele espetáculo patético. Tiveram que aumentar a estrutura, a banda e o produtor começaram a ficar cada vez mais ricos. Até isso era cool.
Desiludido com sua tentativa, o rockstar, rico, sozinho e sem amigos resolve se matar. Mas até nisso foi um fracasso. Cada vez mais pessoas se interessam por sua obra e todos os anos milhares de pessoas visitam seu túmulo, do cara mais cool que já existiu na história do rock.
sábado, julho 31, 2010
O que importa.
Próximo de eu abandonar (o blog?) a faixa dos vinte e poucos anos, recebi uma notícia muito legal, vou ser tio. Nada mais justo: serei tio de verdade, inclusive. Gente, isso foi demais pra minha cabeça. Fiquei igual ganso novo em banhado de feliz com a notícia!
E pra completar, eis que ligo pro meu pai (vô) e ele manda a seguinte: “Não se preocupe, você vai ser um bom tio. Já te vejo passeando tranquilo com ele(a) no colo e mostrando o verde das árvores, como eu fazia contigo.”
Essa foi a frase mais bonita que ouvi nos últimos anos. O suficiente pra eu atrasar 30 minutos da minha vida e ir de óculos escuro trabalhar. Sabe porque? Porque isso resume o que eu perdi desde que sai de casa aos 16: o simples. E se uma frase do meu pai vale por mil livros, filmes, aulas e tudo o mais, eu devo estar certo.
terça-feira, fevereiro 09, 2010
Don’t Save Ferris

Sabe aquele clássico da Sessão da Tarde, Curtindo a Vida Adoidado? Antes de virar um repeteco sem fim e sem importância, foi um filme muito importante nos anos 80, no sentido de popular, entretenimento e por aí vai. Mas no meu caso, que vi o filme ainda naquela década posso dizer o seguinte: este filme ferrou minha vida!
Minha versão: acredite, como ele, você é o cara, todos te adoram em casa, no colégio e no universo. Você não precisa se esforçar nem ser bom em nada, porque no fim das contas tudo dará certo. Ralar é bobagem, estudar é uma grande bullshit!
sábado, dezembro 19, 2009
Sem Floreios
segunda-feira, novembro 23, 2009
Ataque do Pombo
sábado, novembro 14, 2009
Poesia de baixo custo
Sempre tudo foi tão previsível e agora não tem sido. Queria correr e gritar a plenos pulmões “foda-se” mesmo que a lógica diga que no fim só eu me foderei e com pouca poesia. Aliás, poesia é uma merda bonitinha a qual desconheço de fato. Não que eu goste deste texto, é que ele simplesmente passou a existir após um misto de uma ausência, confusão, sono e uma pequena dose de Clonazepan.
Não sei o que serão issos, dissos, gostaria que fosse algo que nunca vai ser. Mas é algo que quero e já é alguma coisa.
PS: prometo q essa é a última poesia que escrevo
sábado, outubro 24, 2009
Video Fántástico Censurado
quarta-feira, setembro 09, 2009
Pequenas Grandes Aventuras

segunda-feira, agosto 24, 2009
29

Amanhã faço 29. Isso quer dizer que é o último aniversário que comemoro com o digito 2 na frente. Depois vem o 3. E aí não pára mais. Mas perae.
Quando você faz 28, ainda está tranquilo, porque seu próximo aniversário não será o de 30. Não, eu me recuso!
Tenho ainda 20. Sério, não estou acreditando. E não estou tentando ser engraçado: estou assustado.
sábado, julho 25, 2009
O estranho caso Ecobag

Como comentei ocasionalmente no Twitter fiz algo muito estranho: comprei uma ecobag. Ok, isso não é estranho. Estranho é que eu a uso regularmente para fazer compras no mercado. Acredita?
O processo é simples. Você mantém a sacola no porta-malas do seu carro (esse post também é válido para quem anda a cavalo ou ônibus). Parte muito extremamente difícil 1: lembrar de pegá-la. Feito isso, você chega em casa e descarrega as compras. Parte muito extremamente difícil 2: lembrar de colocá-la no dia seguinte de volta ao porta-malas.
Porém, algo assustador aconteceu comigo. Como eu usava as sacolas plásticas para colocar o lixo da minha casa (mais alguém?) chegou um dia que não havia mais como jogar coisas fora. As sacolas haviam acabado! E agora? Corri para o mercado e fiz uma bela compra, pedi para reforçar com duas sacolinhas e me reabasteci com algumas sacolas plásticas. Ufa.
Peraê, pra que serviu a ecobag? Não queria mais sacolas plásticas, mas não queria gastar com sacos de lixo que poluem da mesma forma.
Dias depois, passando por uma casa de embalagens vi a salvação. Em um canto escuro, havia algo brilhante, branco. Fiquei com medo. Saí da loja. Mas uma voz me chamou para voltar. “Henrique... Henrique... volta, seu cagão!”. Voltei
Era a sacola de plástico Oxi-Biodegradável. Cem (100) sacolas = 5 pilas. Vale a pena! E para o lixo que não é lixo, continuo usando as sacolinhas do demônio que ainda entram eventualmente na minha casa, pois são recicláveis em sua maioria.
Bonito né? Ou vai dar uma de cagão?
sexta-feira, junho 26, 2009
Quando meu filho fizer três ou dez anos

Vou adorar aquela sua timidez que tão bem conheço. Aquela preferência por ficar perto da gente ao invés dos outros. Sua empatia pelo segurança do que está fechado, ou seja, nós. Mas também vou odiar essa quase incapacidade de confiar nos outros, sua dificuldade em dar um sorriso para quem acaba de chegar, seu pavor pelo desconhecido.
Claro vou achar lindo quando ele quiser ter um cachorro, ou gato, e amá-lo bastante, ao invés de maltratá-lo como boa parte dos meninos fazem para se divertir. Vou me emocionar quando ele perguntar embasbacado por que as pessoas estão matando umas às outras nos noticiários. Por outro lado vou ficar puto quando ele não souber reconhecer a maldade nos outros ou mesmo retribuí-la em boa medida quando for atacado por algum certo diabinho.
Acharei bastante maduro quando ele vier me pedir para comprar milhares de coisas no shopping e não fizer um escândalo e se debater chorando quando eu disser não. Mas depois irei refletir se isso não é apenas falta de vontade ou baixo interesse e pelas coisas, também conhecido como bunda-molice.
Suas notas na escola serão excelentes e os professores vão usá-lo como exemplo de bom aluno. Vou adorar assinar seu lustroso boletim com belíssimos resultados. Mas também ficarei muito preocupado ao saber que enquanto isso uma boa parcela dos alunos vai odiá-lo e hostilizá-lo por isso e provavelmente ele não vai saber se defender ou usar essa qualidade ao seu favor. Provavelmente ele vai achar que passar cola é algo errado e não uma possibilidade de se socializar.
Vou ficar feliz ao ver que seus cotovelos e joelhos não estarão constantemente estourados porque ele prefere ficar em casa desenhando ou inventando bricandeiras sozinho. Por outro lado vou achar que ele é muito cagão para pegar sua bicicleta ou skate e provar o gosto do asfalto.
Mas estranhamente, no fim, acho que vou amá-lo na maior parte do tempo.
sexta-feira, junho 12, 2009
Car Hunter

Descobri minha nova profissão. Funciona assim, você quer comprar um carro usado, mas não sabe por onde começar. Então você chama o Car Hunter. Eu vou junto e digo se o carro é joinha ou uma merda remendada ao meio com Durepoxi.
Pois bem, por enquanto é brincadeira, mas estou de verdade ajudando um amigo a comprar um carro usado. Vou contar dois acontecidos, bem medonhos.
1- Fomos a uma mega garagem, devia ter mais de 200 carros, não sei, eram muitos. Olhei basicamente todos e confesso que saí de lá quase passando mal. Por que? Amo carros e parecia que eu estava num filme de zumbis! TODOS que vi, menos os zero km, tinha sido repintados. A média eram carros reformados da pior forma possível, com acabamentos medonhos e peças de segunda. E tinha carro 2008 nesse estado.
2- Fomos a uma Concessionária VW (podia ser FIAT, etc) onde o nível dos usados é melhor. Quando meu brother foi a primeira vez, sozinho, a história é que seriam vários carros de uma frota, revisados, 2006, em perfeito estado. Convite para a família ver os carros, tudo lindo. Mas eis que surge a minha pessoa.
O primeiro que vi tinha sido repintado em várias partes com direito a respingo de tinta branca nos cintos de segurança e grade dianteira. Furos dos parafusos do pára-choque traseiro enferrujados e trincados. Esse era o carrinho bom. O ruim, o vendedor teve que admitir que não ia ser vendido ali de tão medonho (ia ser repassado para um garagista picareta qualquer). Bom, mas e se eu não tivesse aparecido? Será que o vendedor iria admitir que o carro estava ruim?
Ah, teve outra passagem linda. O carro mais bonito do pátio, filé total, tinha acabado de chegar. Perguntei o preço ao vendedor, mas ele mal sabia. Disse que queria comprar pra ele, mas não era papo de vendedor. Enquanto víamos as bombas, simplesmente o carro sumiu do pátio. Na volta perguntei ao tal vendedor e ninguém sabia de nada. Pareceu que foram guardar o tesourinho.
Um exemplo hipotético de como funciona o mercado da picaretagem: digamos que o carro valha pela tabela R$ 19mil. O garagista compra o carro batido por 9mil. Se ele fosse reformar direito, com um bom funileiro, peças originais, o conserto iria custar, digamos 7 mil. Total: 16 mil. Se ele vendesse o carro a 19 ganharia 3 mil. Estaria justo. Mas não, o cara reforma igual a bunda dele, usa peça de desmanche, de quinta categoria, gasta 4 mil e vende por bom e lucra o dobro. Ele é obrigado a dar 3 meses de garantia, e dentro disso a bomba não explode. Depois, boa sorte.
Mas e porque não levar a sério essa profissão, Car Hunter? Primeiro tenho amor a vida e esse negócio de usados é from hell, na boa. Segundo porque só entendo o básico de mecânica, não poderia garantir o carro 100%. Mas em duas visitas consegui suscitar ódio mortal dos vendedores. Não tem problema, é recíproco.
O foda da situação é que os bons carros, originais ou bem tratados, geralmente acabam na mão de pessoas malvadas e feiosas. E as pessoas de boa índole, que não são obrigadas a entender do negócio e só querem comprar seu carrinho, acabam muitas vezes comprando um câncer. Isso não está certo.
quarta-feira, junho 03, 2009
Sonho da Noite Passada

...eu estava andando em um local estranho, era parecido com mato, mas não haviam muitas árvores. Ao mesmo tempo acontecia minha festa de aniversário de 20 anos atrás. As crianças, inclusive o mini-eu, não percebiam, mas o local estava cheio de teias de aranha espalhadas estrategicamente entre as árvores.
Mas como as aracnídeas eram bem pequenas não me preocupei e resolvi sair dali. Comecei a me desembaraçar da trama de teias, mas, ao contrário da minha vontade, elas começaram a grudar. E as pequenas aranhas começaram a se dirigir à sua nova presa. Bate daqui, espanta de lá, e as pequeninas não paravam de vir. Um leve pânico torna-se desespero quando esmago uma aranha marrom que acaba de me picar.
Começo a correr, pessoas me oferecem ajuda e eu recuso dizendo que primeiro queria passar em casa. Corri.e corri. E comecei a cansar, a vista começou a embaçar. Paro um pouco para descansar. Corro mais um pouco e começo a apagar... não há mais ninguém para ajudar agora.
Olho pra frente, é um lugar bonito. Uma espécie de vale, em desnível, quase uma cratera cercada de árvores, com muita grama verdinha.
-Será que é isso, assim que termina? Pra não acabar de qualquer jeito, uma última e suculenta refeição pra vista? A puta que lhe pariste! Já vi coisa bem melhor, vou levantar e fugir daqui!
E fui embora em direção da...
(foto - SXC)
quarta-feira, maio 06, 2009
E no mais?

Nem tudo está bem. E nem tudo está ruim. Mas, sabe, hoje parece que sim.
Tem o sol, que é um cara bacana. E hoje ele está brilhando como nunca, só que não ilumina. Tem a comida, saborosa, mas não estou muito afim dela. Tem o trabalho, que nunca foi tão bom, mas hoje parece tão cansativo. Tem a faculdade. Finalmente estou onde queria. Será? Tem os amigos. Caralho, estes não tem preço.
E tem ela. Bem, parece que não tem mais. Tinha, mas acabou. E assim foi.
E tem os olhos. Ah, mas esses vêem demais, em especial o que não deveriam. Coisas que não importam. Coisas que importam demais, mas são só mais um frame na retina, estão cada vez mais longe. E são olhos que, infelizmente, enxergam melhor o que está longe. Talvez a hipermetropia.
Então os olhos assumem outra função. Ficam inseguros, passam a olhar para o chão. Também gostam de ficar fechados. De súbito, tudo escurece e quando se abrem estão estranhamente úmidos. Mas, não o suficiente para que o líquido exerça sua natural fuga. Não. Não há tempo, não há espaço, não há motivos. Assim é o mundo. O meu.
domingo, abril 26, 2009
Gírias Duvidosas

Dois anos atrás estava conversando com um funcionário de uma empresa e soltei a seguinte:
-Você é um cara cobra, resolve tudo que é pepino.
-Cobra? Como assim?
Como ele é uns 10 anos mais velho que eu, pensei que fosse uma gíria jovem pra ele. Mas essa semana tudo se esclareceu.
Tenho um professor que dá aula pra publicidade como se estivesse na década de 70. “Gente, se o cara for abrir uma franquia deste porte usando catálogos, tem que ser cobra”. Ou seja, usei uma gíria um pouquinho defasada. Muito old school, saca?
Como há tempos deixei de ser jovem e há tempos possuo a síndrome da não formatura universitária, acontece o seguinte. Convivo com pessoas mais jovens e descoladas que eu. E minhas gírias ficam entre estes dois mundos, os cria(teen)vos da comunicação e o meu mundo, com dor nas costas e barriga de cerveja. Ok, este último foi uma força de expressão.
Uma shortlist de gírias e expressões duvidosas e que ainda uso às vezes, foda:
-Legal: acho que não há problemas, mesmo pq deixou de ser gíria. Mas não passa confiança. Bacana é mais adequado, mas não sei por quanto tempo.
-Massa: lembro do exato dia que ouvi essa gíria, eu tinha 12 anos, faça as contas.
-Jóia: quase não uso, mas quando uso fico deprimido nos 30 minutos seguintes.
-Velho: brother seria mais adequado
-Rachide: ninguém mais faz rachide, é mais usual a intera.
-Boate: não sei qual seria equivalente. Balada é muito genérico, sei lá.
-Almoçar: veja, essa juventude não almoça mais, ranga. Essa gíria pode ter conotações safadinhas também.
-Detonar: sem comentários
-Nada a ver: acho que não tem nada a ver.
Tesão, curti este post, achei ducaralho. Agora ajuda ae pô, manda ver na gíria você acha cagada.
sexta-feira, março 06, 2009
Dança do ET
Recomendo essa dança para aquela situação em que você está se portando de maneira absolutamente normal, tentando interagir com as pessoas na balada, mas ninguém faz questão de notar sua existência.Talvez alguém preste atenção em você. Boa sorte e espero que não seja o segurança do boteco.
Câmera Man: H, João Henrique The Pool
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